A 12ª jornada da Liga NOS significava o regresso do Benfica ao Estádio da Luz para a receção aos madeirenses do Marítimo que se apresentaram na Luz com novo treinador. Estes jogos após a Liga dos Campeões têm sempre um risco acrescido pelo que se pedia um Benfica ao seu melhor nível perante os insulares. O jogo fica também marcado pela estreia do novo relvado da Luz, que tanta tinta vez correr entre os ladradores do costume enquanto a caravana do Maior vai avançando.
Bruno Lage repetiu a equipa que defrontou o Leipzig na Alemanha procurando aproveitar a moral proporcionada pela boa exibição. O risco associado a esta aposta advém de um eventual desgaste na
fase final da partida, pelo que é importante fazer o resultado cedo poder gerir a equipa e evitar surpresas indesejadas.
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| Zlobin, Tomás Tavares (46'), Jardel, Florentino, Caio Lucas, Jota (80') e RDT (69'). |
Momento | Positivo | Negativo
Segundo golo: Se o primeiro golo foi importante para inverter o rumo duma partida em que o Marítimo entrou melhor em campo, o segundo acabou por completo com a esperança dos madeirenses num resultado positivo.
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Taarabt: Um deleite para a vista ver o marroquino a pautar grande parte do jogo benfiquista. Fez-lhe bem a pausa após a quebra evidenciada na sequência do excesso de utilização na fase inicial da temporada.
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Expulsão: Muito mal Gabriel a não ter o discernimento necessário para evitar o segundo amarelo quando o resultado já estava feito. Mal também Bruno Lage a não o retirar do jogo mais cedo. Já em Vizela esteve muito perto de acontecer o mesmo.
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Bitaites do terceiro anel:
- Pizzi e Vinícius assinaram os momentos que decidiram a partida demonstrando um excelente entendimento. Vai de encontro à opinião daqueles, nos quais me incluo, que acham que Pizzi é a melhor solução para "fazer" de Jonas ou de Félix.
- Outros defendem, e eu também, que mais do que procurar um novo Jonas ou um novo Félix, é necessário encontrar um sistema que se adeque aos jogadores de que dispomos. Parece-me que estes dois últimos jogos deram bons indicadores nesse sentido.
- Impossível não destacar os três golos de Carlos Vinícius. Espero que seja mais um a seguir o caminho de Raúl Jiménez: entrar como "negociata" porque foi muito caro; ajudar na conquista de títulos importantes; sair como "negociata" porque "só" foi transferido pelo triplo do que custou.
- O novo relvado passou com distinção no primeiro teste em competição oficial. A polémica questão dos 10% de relva artificial, que tantos se apressaram a questionar, mais tarde ou mais cedo será aplicada nos relvados dos nossos rivais. À imagem do que aconteceu com a caixa de segurança, com a BTV, com...
- O positivo de mais um jogo da dupla maravilha Fábio Veríssimo e Luís Ferreira, é que significa que é menos um que farão até se reformarem.
- Vamos com tudo à Covilhã porque o apuramento é bem capaz de se decidir pela diferença de golo.






com um jogo tão desgastante, física e psicologicamente, como o anterior e com menos de 72 horas entre os jogos não fazer uma ou duas alterações é um risco demasiado elevado quer no facto de se as coisas não correrem bem de inicio depois na parte final fica sempre muito mais difícil mas sobretudo no aspecto de lesões.
ResponderEliminarindependentemente da burrada do gabriel a maior responsabilidade é do lage ele já devia saber que o gabriel é um jogador temperamental pior ainda quando ele é o médio mais recuado e não tem nem velocidade de reacção nem cultura táctica da posição.
gabriel devia de sair ao intervalo até percebo que com a alteração forçada do andre tivesse arriscado mas depois de aumentarmos a vantagem na segunda parte a substituição tinha de ser imediata.
também acho que o pizzi é a melhor opção para jogar a segundo avançado porque ao contrario do chiquinho sempre teve capacidade finalização.
mas desta vez não jogamos em 451 como na alemanha voltamos ao 442 habitual, a grande vantagem do 451 é que o pizzi e o chiquinho com frequência trocam de posição o que hoje não aconteceu.