A deslocação à Rússia para defrontar o Zenit na 2ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões era mais uma oportunidade para o reencontro com os resultados positivos na competição. A pressão pelo desempenho menos conseguido do Benfica nas competições europeias vai aumentando a cada jogo, pelo que um bom resultado e uma exibição convincente era o que se pretendia. Os bravos adeptos marcaram presença nas bancadas do Zenit Arena no apoio incondicional à equipa.
Bruno Lage alterou a dupla de centrais promovendo Jardel à titularidade em detrimento de Ferro com o objetivo de dar mais dimensão física à defesa. No meio campo também houve alterações com Gabriel a voltar à
titularidade ao lado de Fejsa. Taarabt surgiu numa posição mais adiantada do meio campo no apoio ao ponta de lança Seferovic.
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| Zlobin, Nuno Tavares, Ferro, Gedson, Caio Lucas (60'), Vinícius (60') e RDT (80') |
Momento | Positivo | Negativo
Primeiro golo: Não é que o Benfica estivesse mandão no jogo, longe disso, mas sofrer um golo daquela forma tão infantil abala sempre a moral. Ainda assim havia muito tempo pela frente para reagir de forma mais assertiva.
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Golo RDT: Do pouco que se aproveitou do nosso jogo, tanto pela qualidade de execução, como pelo que pode significar em termos de moral para o jogador.
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Inócuo: Voltamos aquela fase em que estamos a ver o jogo e nunca sentimos que o Benfica possa fazer um golo, tal o deserto de ideias no último terço do campo.
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Bitaites do terceiro anel:
- Já me f*deste Benfica!
- Tal como a equipa sinto-me asfixiado para escrever o que quer que seja. Por hoje é tudo.






inadmissível a forma como não defendemos e não é uma questão de jogadores ou da defesa é a equipa como um colectivo não ganhamos uma bola dividida um ressalto nada.
ResponderEliminaré verdade, e já o disse varias vezes, que temos muitos jogadores débeis fisicamente, alguns até em altura, mas isso tem sido só parte do problema que depois neste jogos falta sermos aguerridos.
ofensivamente é assustador somos lentos, previsíveis, sem objectividade e sempre mas sempre iguais inócuos isto para não falar que determinados jogadores não encaixam numa táctica com três médios ou outros que como tem sido usual desaparecem nestes jogos.
é inacreditável os números que temos nestas três ultimas fases de grupos da lc curiosamente coincidem com o lançamentos de jovens às pazadas como se não existisse amanha e a somar a isso termos deixado de contratar, e ter, jogadores maduros, experientes e de muita qualidade que poderiam ajudar esses jogadores a terem sucesso é que nesta prova a falta de experiência é sempre penalizada.
Tudo dito. Ou quase tudo...
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