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| Grande exibição do Capitão Jardel |
Rui Vitória voltou ao onze que tem sido mais habitual após as alterações efetuadas no jogo da Taça da Liga. Dessa forma Odysseas, Rúben Dias, Grimaldo, Fejsa e Cervi voltaram aos eleitos substituindo Svilar, Conti, Yuri Ribeiro, Alfa Semedo e Rafa. Apesar de se apresentar fisicamente recuperado, Castillo continuou no banco, com Rui Vitória a manter a aposta em Seferovic.
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| Suplentes: Svilar, Conti, Alfa Semedo, Gabriel (62'), Zivkovic (75'), Rafa (62') e Castillo. |
Sofrer, reagir e sobreviver
Como quase todos os primeiros jogos de qualquer competição, também este confronto entre Benfica e Bayern começou com muitas cautelas de parte a parte, com ambas as equipas a praticarem um jogo muito pausado e cauteloso. A primeira vez que se regista uma aceleração do jogo, com uma boa incursão pelo lado esquerdo do ataque alemão, Lewandowski tem um excelente trabalho dentro da área e inaugura o marcador.
O Benfica acusou muito o golo e nos minutos seguintes foi Odysseas por duas vezes a evitar o segundo golo do Bayern. Primeiro numa saída aos pés do avançado alemão e depois numa defesa segura a remate de fora da área. O apoio dos adeptos ajudou a equipa a sacudir a pressão adversária ultrapassando esta fase mais complicada. Uma recuperação de bola de Salvio em zona ofensiva seguida de remate com o pé esquerdo foi o primeiro sinal do inconformismo benfiquista.
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| Adeptos ampararam a equipa no momento mais difícil |
Faltou o golo que incendiasse a Luz
O começo da segunda parte é uma fotocópia da primeira com o Bayern a chegar ao segundo golo num contra-ataque que leva a bola ao flanco esquerdo num movimento muito idêntico ao do primeiro golo que desta vez permitiu a Renato Sanches concretizar o segundo da noite. Ao contrário da primeira parte o Benfica não acusou o golo e reagiu quase de imediato com um bom remate de Seferovic rente ao poste.
Logo de seguida foi Rúben Dias a cabecear para uma excelente defesa de Manuel Neuer para canto. Na sequência do canto é Jardel a ganhar nas alturas mas o cabeceamento sai à figura do guarda-redes. Rui Vitória refresca a equipa com as entradas de Rafa e Gabriel e o Benfica mantém-se ligado ao jogo. Gedson tem um bom remate à meia volta já dentro da área e Gabriel imita Seferovic a rematar muito perto do poste esquerdo.
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| Aplaudir ou não, eis a questão |
Não foi uma estreia positiva na Liga dos Campeões, mas dado o poderio do adversário e a forma como o jogo decorreu também não foi uma derrota desmoralizadora. Agora espera-se concentração total na receção ao Desportivo das Aves para a Liga NOS para voltar às vitórias e manter a liderança da liga.
Momento | Positivo | Negativo
Cabeceamento de Rúben Dias: Foi talvez a melhor oportunidade de golo do Benfica. Da forma como o jogo estava acredito que se aquela bola entra a equipa, embalada pelos adeptos, conseguiria evitar a derrota.
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Jardel: Grande jogo do Capitão. Imperial em todos os momentos defensivos e ainda tentou o golo na área adversária. À Benfica quando foi meter o puto do Bayern na linha.
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Segundo golo: A este nível não se admite que uma bola saia de junto da bandeirola de canto da baliza adversária e só pare dentro da nossa baliza, com três jogadores a hesitar entre fazer falta sobre o adversário ou não. As faltas são para se fazer e os amarelos levam-se quando fizer falta.
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Aqui que ninguém nos ouve:
- Nestes jogos contra equipas deste poderio fica sempre a dúvida se estamos a conseguir dar luta ou se o adversário nos está a deixar jogar. Fica-me sempre a sensação que se precisarem, aceleram e resolvem.
- A entrada do Gabriel deu para perceber que uma das pechas da equipa pode ser colmatada, o poder de fogo de fora da área.
- Gostei do critério largo da arbitragem no aspeto técnico, mas não bateu certo com o rigor nos amarelos. Fejsa e Jardel foram amarelados à primeira e em faltas normalíssimas. O mesmo aconteceu com Hummels, o central alemão.
- Aplausos ao Renato? Confesso que não concordo com os aplausos com o jogo a decorrer, mas respeito quem o fez. No final do jogo, sim, já me parece mais natural.
Abraço







o pizzi por duas vezes não parou o renato, e depois nem o acompanhou estava isolado na área, é por estas e por outras que ele não pode jogar no miolo, muito menos em jogos destes.
ResponderEliminarmas os mesmos que bateram palmas, coisa mais estúpida considerando que nos marcou um golo, e depois ainda gozamos com os outros mas fazemos o mesmo, são os mesmos que assobiam os nossos jogadores durante o decorrer do jogo.
Acho que o Pizzi pode jogar no miolo a maior parte dos jogos. Também me parece que acaba por ser vítima da falta de gestão de esforço.
Eliminarisso da gestão de esforço sem duvida.
Eliminarele pode jogar no miolo só em forma, em casa, e contra equipas nacionais excepto os grandes e mais uma ou duas.
no resto dos jogos não, e até mesmo em comparação com as restantes opções.
o problema dele é que não sabe defender, nem condicionar, basta ver os dois lances em que eles marcaram.
o problema esta no meio campo, e neste jogo foi evidente a falta de experiência do gedson, e depois a defesa não tem hipóteses, mesmo que o andre almeida tenha dado muito espaço que nunca devia dar.
Nãomefodas pá!
ResponderEliminarHe he he!
EliminarComentário do ano aqui no tasco.
Se fosse facil parar as arrancadas do Renato, ainda que em falta, ele não estaria no Bayern
ResponderEliminarVerdade, não é fácil, por isso o "a este nível". Se queremos nadar nesta piscina temos que ter quem o consiga fazer, pelo menos em falta.
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