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| Cervi marcou o primeiro da temporada |
Rui Vitória apostou no onze esperado mantendo a aposta em Odysseas na baliza e optado por Rúben Dias para fazer dupla com o capitão Jardel. Apesar da importância do jogo, Gedson manteve a titularidade no trio do meio campo encarnado. A frente de ataque foi constituída pelo trio de argentinos que havia sido aposta nos últimos jogos de preparação.
Tensão coloca chumbo nos pés
Este era o primeiro jogo da caminhada rumo aos milhões da Champions e se o primeiro jogo oficial de cada temporada por norma já é carregado de tensão, os valores que estão em jogo esta temporada sobrecarregaram essa tensão. Foi um Benfica muito preso de movimentos, com excesso da cautela e muito pouca criatividade que se apresentou em campo.
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| Fejsa cresceu muito na segunda parte |
O Fenerbahçe não se apresentou na luz com o autocarro estacionado. Jogou sempre com as linhas muito juntas, criando dificuldades à organização do jogo encarnado mas sempre que podia subia essas linhas e pressionava alto a primeira fase de construção do Benfica. Os turcos não incomodaram muito a defensiva benfiquista mas defenderam com algum critério e procuraram criar instabilidade através do antijogo dos seus jogadores mais experientes.
Vitória curta mas importante
A segunda parte trouxe um Benfica com outra intensidade e dinâmica e um Fenerbahçe que ia recuando à medida que o tempo ia passando. Resultado disso jogou-se praticamente sempre no meio campo dos turcos com lances de ataque por ambos os flancos que iam causando cada vez mais instabilidade na defensiva turca. Mesmo com este domínio notavam-se algumas dificuldades em zona de finalização com muito distanciamento entre Ferreyra e aqueles que o devem servir.
Rui Vitória troca de avançado fazendo entrar Castillo para o lugar de Ferreyra denotando que a cautela foi a nota dominante na estratégia para este jogo. Certo é que o chileno trouxe mais ao jogo do que o argentino mesmo descontando que entrou na melhor fase do Benfica. Deu largura e profundidade, foi agressivo na disputa de cada bola e importante nos apoios frontais aos médios encarnados.
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| Grimaldo foi sempre o mais inconformado |
A maior pressão encarnada foi devidamente premiada com o golo de Cervi após assistência de Salvio. Estava finalmente aberto o marcador e obtida a vantagem na eliminatória. Até final ainda se procurou o segundo, mas os remates de Castillo foram inofensivos para o guarda-redes contrário. Em cima do final da partida tempo ainda para um susto com um excelente remate que passou perto da barra da baliza de Odysseas.
O resultado não é o desejado mas não deixa de ser importante o facto de não ter sofrido golos em casa, dado sempre importante nestas eliminatórias. A deslocação à Turquia vai ser complicada pelo que todos esperamos por um Benfica mais forte e mais consistente na próxima semana. Entretanto venha daí o Vitória de Guimarães.
Momento | Positivo | Negativo
Entrada de Castillo: A entrada do Chileno trouxe mais presença e dinâmica à equipa do Benfica no último terço do terreno. Pena que não tenha aliado a potência no remate à agressividade e boas movimentações que acrescentou ao jogo.
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Grimaldo: Boa exibição do lateral esquerdo benfiquista. Pareceu sempre o mais inconformado com a falta de rasgo da equipa, esticando o jogo sempre que tal se proporcionava.
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Primeira parte: Mesmo com todas as condicionantes que atrás foram referidas, não é admissível uma exibição tão descolorida num jogo desta importância.
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Aqui que ninguém nos ouve:
- A equipa já apresenta um nível razoável em termos de organização defensiva e na primeira fase de construção, mas é preocupante a falta de ideias sempre que entramos no último terço do terreno. Desesperante ver o fosso entre o avançado perdido entre os centrais e o resto da equipa. Venham daí ideias claras e verdadeiro entrosamento coletivo.
- Logo no primeiro minuto ficou por marcar uma grande penalidade a favor do Benfica. Já começa a ser um clássico na Liga dos Campeões.
- O guarda-redes turco gozou quanto quis com os adeptos que pagam a peso de ouro para ver futebol. Incrível como o árbitro pactuou com tanto antijogo.
- Desta vez deu para ver o jogo na Catedral. Que bom sentir aquele ambiente, pena apenas que o inferno seja tão intermitente.
Abraço







Não ví escrito em parte nenhuma, pois parece que jogámos contra uns pinos. O Besiktas defendeu muito, mas muito bem. Muito pouco espaço para o transportador e sistematicamente as linhas de passe cortadas.
ResponderEliminarSim, já defendem de forma bem organizada. Gostei particularmente do critério na definição dos momentos de pressão e como o faziam de forma coordenada. Parece-me que está aqui um bom treinador.
ResponderEliminarAbraço