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| André Almeida - Festejar com quem mais merece: os adeptos |
Rui
vitória vez duas alterações em relação ao onze que tem apresentado, com Samaris
no lugar de Filipe Augusto e Zivkovic na ala direita, lugar que tinha sido de
Rafa no jogo frente ao Rio Ave.
Onze inicial: Varela, André Almeida, Luisão,
Lisandro (Filipe Augusto 64’), Eliseu (Raul 73’), Samaris, Pizzi, Zivkovic,
Cervi (Salvio 45’), Jonas e Seferovic.
Suplentes: Júlio César, Filipe Augusto,
Krovinovic, Salvio, Rafa, Gabriel Barbosa e Raul Jiménez.
Fotocópia do jogo com o Rio Ave
Estava
criado o ambiente para um jogo à Benfica nesta receção ao Portimonense, mas tal
expectativa esteve sempre longe de se confirmar. Início de jogo muito apático,
parecendo que os jogadores entraram com a cabeça a pensar num penalty ocorrido
no prolongamento do jogo de Vila da Feira. Quem não tinha nada a ver com isso
era o Portimonense que aproveitou para dividir o jogo e fazer uma exibição
muito personalizada.
Esta
foi uma das piores exibições do Benfica nos últimos tempos. Muita apatia,
dificuldade na saída de bola, jogadores muito afastados uns dos outros, pouca
profundidade eram os predicados que o Benfica apresentava em campo. É certo que Samaris
fazia o seu primeiro jogo a titular, Pizzi regressava de lesão e Jonas parecia
acusar um toque sofrido na parte inicial do jogo, mas tal não justifica tudo.
Exige-se outra atitude, outra dinâmica, outro compromisso.
O
Benfica só existiu, e não muito, após o golo sofrido. A boa reação dos adeptos
parece que mexeu um bocadinho com o orgulho dos jogadores e já se viu algum
futebol. O golo de penalty e a expulsão do jogador do Portimonense ajudaram à
reviravolta, consumada com um golo do outro mundo de André Almeida.
Se
o golo do Portimonense acordou o Benfica, este segundo golo voltou a adormece-lo.
Mesmo com 10 jogadores o Portimonense reagiu e após um susto num corte de
Samaris que quase dava autogolo, chegou mesmo ao empate. Estádio da Luz em silêncio,
jogadores do Portimonense a festejar o empate que repunha a verdade do jogo
e… aparece o VAR. Se pelo futebol jogado era justo o empate, pela verdade
desportiva era justo que se anulasse o golo já que há fora de jogo no início
da jogada. Estava confirmada a vitória e os três pontos.
São
complicados os jogos pós seleções e pré liga dos campeões. Existem muitas
limitações físicas no plantel, o próprio plantel apresenta um grande desequilíbrio
entre as soluções defensivas e ofensivas, mas
há que fazer muito mais se queremos mesmo chegar ao ambicionado Penta.
#naomefodas mode on
Quando
acabas a mrd do jogo com Samaris e Zivkovic a fazerem o lado esquerdo da defesa
só me apetece perguntar, “que passou-se?”.
Filipe
Augusto, minino, foste o único crl que conseguiu ter alguma clarividência neste
jogo. Aceleraste o jogo, jogaste curto e longo, variaste com critério o sentido
do jogo e recuperaste inúmeras bolas. Deixo-te um conselho: manda-os fdr.
Ó
Eliseu, então tens a bola à disposição do pé esquerdo à entrada da pequena área
e em vez de rematares, puxas para o pé direito que só serve para subir o elétrico.
Vai trabalhar prás obras.
#naomefodas mode off
Venha
o próximo e viva o Benfica!!!
Destaques do Baralho
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| Salvio deu mais profundidade ao jogo |
ÁS:
Golo do André Almeida – Com
ou sem intenção, estará certamente na lista dos melhores golos desta liga. E
como o merece o André Almeida.
SENA:
VAR – Aposto que esta
semana o VAR volta a ser criticado pela paineleiragem toda. Estas VARiações de
humor são cá uma cena!
DUQUE:
Benfica – Inadmissível um jogo tão medíocre num cenário tão
perfeito.
Abraço
Abraço



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