Seferovic dá verdade ao resultado
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| Seferovic, golo de antologia |
Fique aqui a par
das incidências do encontro, do desempenho dos atletas. Análise ao desenrolar
do jogo, aos altos e baixos de partida e também aos destaques individuais.
Rui Vitória
apostou no mesmo onze que iniciou a liga frente ao Sporting de Braga, até
porque continua a não contar com o castigado Samaris e vários outros
lesionados.
Onze inicial: Bruno Varela, André Almeida, Luisão,
Jardel, Eliseu, Fejsa, Pizzi, Salvio, Cervi, Jonas e Seferovic.
Suplentes: Paulo Lopes, Lisandro, Filipe
Augusto, João Carvalho, Diogo Gonçalves, Rafa e Raúl.
Desperdício sem jogar bem
O início da
primeira parte até foi prometedor com um bom ritmo de jogo e bom ambiente nas
bancadas, mas não se assistiu a um jogo dominador por parte do Benfica, como se
esperava. Mesmo sem se assistir a um domínio claro as oportunidades foram-se
sucedendo quase sempre através de Salvio. Primeiro um remate de pé esquerdo,
depois um bom remate defendido pelo guarda-redes, a seguir divide a bola com o
mesmo guarda-redes, mas o defesa do Chaves corta em cima da linha, depois tem
um chapéu onde deve fazer muito melhor e termina com mais um remate quando
devia assistir um colega.
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| Salvio, irreverência e desperdício |
Nos últimos
minutos aparece Jardel num bom cabeceamento e Seferovic com duas boas
oportunidades. Na primeira permite a intersecção do defesa e na segunda
precipitou-se já que tinha companheiros melhor colocados.
Uma primeira parte
onde Pizzi jogou sempre muito recuado, quase sempre ao lado de Fejsa, e onde praticamente
não ganhamos uma bola fruto de pressão alta ou uma segunda bola.
Justiça ao cair do pano
Início de segunda
parte frenético com remate perigoso de Jonas, grande defesa de Bruno Varela a
negar o golo ao Chaves e no mesmo minuto remate de Jonas ao poste. O Benfica
manteve a pressão e beneficiou de uma série de cantos consecutivos, mas estes
lances continuam a ser inofensivos no Benfica.
Continuou a pressão
encarnada com boas oportunidades por Cervi, boas cabeçadas de Jardel, Seferovic
e Luisão, mas o golo continuava sem aparecer. De seguida o Benfica quase chega
ao golo por intermédio de um defesa do Chaves que interceptou para a sua própia
baliza um cruzamento de Salvio.
No último quarto
de hora o Chaves refresca o meio campo e o Benfica deixa de chegar com perigo à
baliza adversária. Aparece o antijogo e o nervosismo com o aproximar do final
da partida, com a equipa a apresentar alguma descrença.
Explosão de alegria
Já nos descontos
chega o merecido golo, e que golo. Seferovic com um toque habilidoso faz a bola
passar por entre as pernas do guarda-redes e provoca a grande explosão nas
bancadas. Justo, pelo volume de jogo, pelas oportunidades e pelos adeptos que
tudo merecem.
#naomefodas mode on
Fdx Seferovic,
como é que consegues curar as lesões daqueles crls todos só com um toque na
bola. E sem vaselina!
Ó Rui, vê lá se
atinas, isto de tirar o Cervi só pra gozares com os dragartos podia ter dado
mau resultado. Deixa-te de mrds.
#naomefodas mode off
Venha o próximo e
viva o Benfica!!!
Destaques do Baralho
REI: Seferovic – Um toque de classe para curar o reumatismo dos
flavienses.
ÁS: Salvio – Dado o volume de oportunidades à qual esteve ligado, merece
este destaque. Demonstra uma disponibilidade e irreverência a fazer lembrar o “velho
Salvio”. Pena o desperdício.
SENA: Paragem pró refresco – Um jogo que começa às 21:00h tem que ser parado para tomar um
refresquinho!? Não brinquem com o futebol.
DUQUE: Vídeo-árbitro – Estava a jogar Tétris?
DUQUE: Vídeo-árbitro – Estava a jogar Tétris?


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